Essas crianças são muito chique! Agora, eles estão experimentando seus dotes jornalísticos.
Dando continuidade ao assunto de quando eles eram bebês, as crianças aprenderam que conforme vão crescendo, seus interesses e preocupações vão mudando. Perceberam que aqueles brinquedos que levaram para a sala de aula já não está mais de acordo com as suas idades e os que eles brincam atualmente não é recomendado para os menores. Viram também que eles estão crescendo e hoje conseguem realizar uma porção de coisas sozinhos, sem a ajuda dos adultos. A turminha estava tão entusiasmada e feliz com seus progressos que eles faziam inúmeras perguntas sobre a vida dos menores e de como cuidar deles. Foi então que o Davi teve a ideia de entrevistarmos alguém que todos gostam muito e que lida o tempo todo com eles: tia Penha. Foi um momento divertidíssimo e muito proveitoso, a tia Penha conversou bastante, ouviu e respondeu várias perguntas e inclusive nos ensinou o jeito correto de lavar as mãos para nos livrarmos dos germes, né Amanda? Pois é, foi ela que lembrou desses nossos inimigos.
Ah, e os pequeninos que também quiseram participar conversando, mostrando suas atividades... O 1o ano adorou!
Para encerrar, ainda receberam uma surpresa da tia Penha, que distribuiu balinhas para todos se lambuzarem.
Tia Penha, mais uma vez gostaria de lhe agradecer por nos receber tão bem e nos proporcionar um momento muito gostoso.
Este blog tem o objetivo de integrar melhor o elo família-escola. Através dele, mamães e papais acompanharão mais o desenvolvimento dos seus pequenos. O que andam aprendendo e como isso tem sido realizado. Conto com a participação de vocês para postarem comentários (elogios e/ou sugestões) sempre que puderem. Eu, em nome dos "pequerruchos" agradecemos a visita, que será sempre bem vinda.
"Como professor crítico, sou um "aventureiro" responsável, predisposto a mudanças, à aceitação do diferente. Nada do que experimentei em minha atividade docente deve necessariamente repetir-se - onde há vida, há inacabamento." (Paulo Freire)
"Como professor crítico, sou um "aventureiro" responsável, predisposto a mudanças, à aceitação do diferente. Nada do que experimentei em minha atividade docente deve necessariamente repetir-se - onde há vida, há inacabamento." (Paulo Freire)



Nenhum comentário:
Postar um comentário